domingo 23 Abr 2017

Porta aberta para muitos desafios e oportunidades

Em sua terceira edição, o Programa de Trainees da BRF é um sucesso: atrai jovens promissores de todo o país

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A BRF receberá, em janeiro próximo, os 30 jovens escolhidos para participar de sua terceira turma de trainees. Após o período de inscrição, encerrado em 5 de setembro, os candidatos selecionados a fazer parte do grupo estão atravessando uma seleção que inclui testes on-line (inglês, lógica e análise de problemas), dinâmica de grupo e entrevista em inglês, e que será finalizada com entrevistas com executivos de negócios e de recursos humanos. Ainda não está decidido onde cada um deles vai trabalhar – a maioria deve ficar nos escritórios centrais da BRF em São Paulo –, mas eles deverão chegar preparados para serem alocados em qualquer uma das 51 unidades distribuídas em 11 estados do Brasil ou em uma das sete operações ou escritórios no exterior (Argentina, Reino Unido e Holanda, entre outros). “Nosso objetivo é receber jovens profissionais que possam ser parte do corpo de líderes que a empresa precisa construir para sustentar seu crescimento, no país e no exterior”, diz Pérsio Pinheiro, diretor de Desenvolvimento Organizacional e RH Internacional da BRF.

19.066 jovens disputaram as vagas de trainees da BRF para a turma de 2012 

Objetivo é receber jovens que possam ser parte do corpo de líderes para sustentar o crescimento da empresa.

As duas primeiras turmas, com 30 ingressantes cada, já mostraram que o programa de trainees é um sucesso em vários aspectos. Em primeiro lugar, por comprovar o poder de atração que a BRF exerce sobre jovens das mais diversas partes do país. A turma de 2012 teve cada vaga disputada por mais de 600 concorrentes. Os aprovados nas duas primeiras seleções representam quase todas as regiões do Brasil. Mais da metade é de fora de São Paulo, proveniente de outros estados do Sudeste (RJ e MG), do Nordeste (BA, PB e PE), do Sul (PR, SC e RS) e do Centro-Oeste (GO e MS). Também mostram uma diversidade de formações e procedência das melhores universidades brasileiras e alguns até de escolas do exterior. Outro aspecto relevante é que, depois de atrair, a empresa tem tido sucesso em manter os profissionais. “Nossos resultados têm sido maiores do que colocamos como alvo e também quando comparamos com outros programas no mercado”, afirma Pinheiro.

Os trainees são contratados em regime CLT e, numa fase inicial de oito meses, rodam por várias funções, conhecendo boa parte da companhia. Depois, devem ficar dois anos em um setor em função de seu interesse, do perfil e da necessidade da empresa. Nesse período, realizam projetos com apoio de executivos e são avaliados periodicamente pela equipe de RH. A ideia é que, num prazo de 30 meses, alcancem o nível de analista sênior e até posições de coordenação – uma trajetória que pode levá-los a ser futuros executivos.

Luís Oliveira, turma de 2011

Selecionado na turma do ano passado, o paulista Luís Carlos Vieira de Oliveira já encontrou seu lugar na empresa, na área de Relações Institucionais. “Trabalho na interface com órgãos oficiais nos âmbitos tributário e regulatório”, diz ele. Graduado em economia pela USP de Ribeirão Preto, atualmente cursa o último ano de direito, na universidade Anhembi Morumbi. Oliveira já havia sido trainee em outra companhia. “Mas quis vir para a BRF pela expectativa de lidar com os desafios da fusão e com a perspectiva de consolidação da empresa como uma das maiores do setor no mundo nos próximos anos.”

Scheilla Campos, turma de 2012

“A BRF é uma empresa que, além de olhar para dentro e se preocupar com os processos, está voltada para o Brasil e o mundo.” Essa é a percepção da fluminense Scheilla de Souza Campos, de 25 anos, diplomada em tecnologia de saneamento ambiental pela Unicamp e engenharia ambiental pela Univali. Como trainee, ela passou por Assuntos Corporativos, Supply Chain, Operações, Mercado Externo e Mercado Interno. “Estou gostando muito de conhecer diferentes áreas”, diz. “Todas as pessoas que conheci até agora, tanto em São Paulo quanto em Marau, onde fiquei um mês, agregaram algo ao meu desenvolvimento.”

“Sei que estou no lugar certo”, afirma o catarinense de Chapecó Guilherme Afonso Sasso De Marchi, de 24 anos. Desde janeiro, ele percorre diversas áreas da BRF como trainee. Formado em administração na Universidade do Estado de Santa Catarina, ainda pretende completar uma graduação em direito que foi interrompida e fazer MBA em finanças. Recém-chegado, Guilherme diz já se sentir ligado à BRF. “De certa forma, é uma empresa cujo crescimento acompanho desde a infância, pelo fato de a Sadia ter unidades na minha cidade de origem. Agora, quero passar um bom tempo trabalhando aqui.”

Curtiu, Compartilhou, Tuitou

Para falar com os jovens talentos, a BRF usa a linguagem da geração Y

A inscrição de milhares de candidatos para o processo de seleção de trainees da BRF evidencia que a imagem da empresa, e de seu leque de marcas, está na mira de muitos jovens que buscam um ambiente estimulante para desenvolver uma carreira profissional. Mas também indica que a empresa encontrou uma maneira de se comunicar com o público de universitários e recém-formados que têm pouco mais de 20 anos de idade. Essa faixa, chamada de geração Y, já cresceu num mundo povoado por computadores e com crescente comunicação pela internet.

Por isso, a divulgação do programa de trainees, chamado de Geração BRF, se deu em boa medida por meio das redes sociais, como Facebook e Twitter, além da exposição em sites como Google, anúncios em revistas como Exame e Você S.A. e em jornais. Foram feitos webcasts com executivos, como o presidente da BRF, José Antonio Fay, o diretor de Desenvolvimento Organizacional e RH Internacional, Pérsio Pinheiro, e ainda com alguns dos atuais trainees. “Assim os candidatos puderam ter uma visão que não é apenas a do RH da empresa, e sim opiniões de jovens como eles que já estão aqui dentro”, diz Pinheiro. O boca a boca por meio das redes sociais – a informação repassada a amigos por meio do “curti e compartilhei” ou do “tuitei” – teve um papel que não é possível medir exatamente, mas sem dúvida deve ter sido uma influência positiva para que muitos se inscrevessem.

A abordagem sintonizada com os jovens combinou bem com o apelo de uma empresa em plena fase de internacionalização. O domínio do inglês é um dos pré-requisitos exigidos dos candidatos. “Um grande atrativo do nosso programa, além do porte da BRF, certamente é o desafio de entrar para os quadros de uma empresa que se globaliza, criando muitas oportunidades”, diz Pinheiro. “Para os jovens de hoje, essa abertura para o mundo faz diferença.” Para a BRF, contar com eles também faz.

 

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