segunda 26 Jun 2017

Mayra Aguiar – um bronze que vale ouro

Depois de conquistar a primeira medalha olímpica em Londres, a judoca Mayra Aguiar já pensa em 2016

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Ela gosta de ler e ir à praia. Não abre mão de um belo prato de massa, principalmente lasanha. O filme predileto é o drama juvenil Conta Comigo, de 1986, dirigido por Rob Reiner. Mayra Aguiar, gaúcha de 21 anos, diz que não consegue viver longe dos tatames. “Quando estou ali, me esqueço de qualquer problema, me sinto ótima.” Atleta patrocinada pela Sadia, é uma das judocas mais prestigiadas do Brasil. É a primeira do ranking mundial na categoria até 78 quilos, recordista mundial de medalhas nos Campeonatos Mundiais sub-20, vice-campeã mundial (2010) e ouro no IFJ Masters (2012). Dos jogos realizados em Londres neste ano, Mayra trouxe a medalha de bronze. Foi sua primeira conquista olímpica.

Revista BRF: Como o esporte entrou na sua vida?
Treino desde os 6 anos de idade. Meus pais queriam que eu fizesse alguma atividade física, sempre me estimularam. Já pratiquei atletismo, ginástica olímpica e balé, mas gosto mesmo do judô. Não consigo viver longe do tatame, porque quando estou ali me esqueço de qualquer problema, me sinto ótima.

Como é sua rotina?
Tem de ter muita disciplina. Os treinos são fortes. Por isso, descansar e ter uma alimentação balanceada é fundamental para um bom rendimento. Treino duas vezes ao dia, duas horas pela manhã e mais duas à noite. Gosto de ler, ver filmes e ir à praia. Posso fazer tudo, mas na hora certa.

E como é a alimentação?
Normal, mas faço uso de suplementos alimentares e não abro mão de massas. Só sinto falta dos doces.

Que produto da Sadia não pode faltar na sua alimentação?
Adoro o presunto e a linha de comidas pré-prontas. São deliciosas e muito práticas.

Qual a importância de ser patrocinada pela marca Sadia?
O atleta que alcança alto rendimento tem de pensar no esporte. A segurança e a perspectiva de continuidade proporcionada por um patrocinador forte como a Sadia dão tranquilidade para o esportista se concentrar no que interessa.

O que você achou da participação em Londres?
Aprendo muito em cada competição, a gente sai com uma bagagem enorme. A conquista da primeira medalha olímpica é um grande incentivo.

Como judoca, quais são seus próximos objetivos?
O foco é 2016, os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Mas até lá há um caminho longo de competições também importantes, como o Mundial e os Jogos Pan-Americanos.

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