segunda 26 Jun 2017

Mais compromisso com a transparência

Relatório de Sustentabilidade amplia as informações sobre as práticas da BRF, incluindo os níveis de emissões de gases de efeito estufa

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Economizar energia. Dar preferência a fontes limpas e renováveis. Não desperdiçar água. Tratar efluentes. Zelar pela segurança do trabalhador. Controlar rigorosamente a qualidade dos produtos. Nada disso é novidade na BRF, seguindo uma tradição iniciada nas duas grandes companhias que a formaram. Mas não basta manter essas práticas. A empresa precisa prestar contas publicamente sobre elas, assim como demonstra em balanço suas receitas, despesas e lucro. Reunir e expor as informações sobre desempenho – desde as financeiras até as de relações com comunidades – de maneira organizada e clara é a função do Relatório de Sustentabilidade, preparado anualmente. No fim de abril, a BRF publicou, em versões on-line e impressa, seu quarto relatório com indicadores GRI – Global Reporting Initiative, trazendo os dados de 2011.

Relatório de Sustentabilidade completo em www.brasilfoods.com/ri

Luciana Ueda, gerente de sustentabilidade da BRF

O novo relatório é mais detalhado que as edições anteriores, avançando para o nível A de aplicação da plataforma GRI. Fundada em 1997, na Holanda, como uma entidade sem fins lucrativos para promover a responsabilidade social corporativa, a GRI desenvolveu padrões para a elaboração de relatórios de sustentabilidade que são aceitos internacionalmente e permitem a comparação do desempenho das empresas. Os relatórios começam com o nível C e progridem (C+, B, B+, A, A+) com a inclusão de mais indicadores. “Chegar ao nível A não significa que não possamos melhorar ainda mais”, diz Luciana Ueda, gerente de Sustentabilidade da BRF. “Mas significa que a empresa já alcançou um grau elevado de transparência das informações e mostra um amadurecimento da nossa gestão em sustentabilidade. Nosso compromisso para os próximos anos é aprimorar essa forma de relato.”

Uma parte do avanço que levou a BRF a conquistar o nível A para seu relatório foi a validação dos indicadores por meio de consultas aos diversos públicos de interesse – de investidores e acionistas a consumidores. Internamente, cerca de 60 funcionários, de 16 áreas da empresa, foram envolvidos na apuração de dados. O material coletado levou à elaboração de 70 indicadores da BRF, de sua cadeia de produção e do setor de alimentos. Isso quer dizer que a empresa passa a mostrar detalhes técnicos da operação que vão até o bem-estar dos animais.

De olho em oportunidades de aprimoramento da gestão de sustentabilidade, a BRF apresenta em maio seu segundo inventário de emissões de gases de efeito estufa. Preocupações com a eficiência no uso de energia e o controle de emissões já faziam parte da agenda da Perdigão e da Sadia desde os anos 90. “No novo inventário, passamos um pente-fino em todas as nossas fontes de emissão”, diz Luciana. “O objetivo do Programa Gestão em Mudanças Climáticas BRF é mapear as fontes de emissões e, a partir daí, identificar oportunidades de aprimorar nossa eficiência produtiva e mitigar essas emissões.”

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