segunda 26 Jun 2017

Em busca de mais mercados

Após o Japão, próximos alvos são União Europeia, Coreia do Sul e México

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A abertura do mercado japonês, anunciada no fim de maio, é uma conquista há muito almejada pelo setor de carne suína do país, o terceiro em volume de produção no mundo. Durante pelo menos cinco anos, a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) batalhou incansavelmente, junto com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para convencer os exigentes japoneses a aceitar o nosso produto. A BRF, associada da Abipecs, também colaborou ativamente nesse esforço de ampliação de mercado. A empresa responde por expressiva parcela da receita que o país fatura por ano com a exportação de carne de porco. E essa participação poderá crescer substancialmente com a adição do Japão à lista dos 60 países que já compram e fazem do Brasil o quarto exportador do planeta.

O Japão é o maior importador mundial de produtos suínos. As carnes têm presença marcante na mesa japonesa e a suína aparece em diversos preparos na cozinha japonesa. Os cortes mais apreciados lá são barriga, lombo, copa, pernas e paleta. Segundo a Abipecs, o país oriental importa metade dos 2,6 milhões de toneladas consumidas a cada o ano, o que demanda um gasto anual da ordem de US$ 5,2 bilhões. A abertura também é relevante pela repercussão em outros potenciais compradores, como União Europeia, México e Coreia do Sul. O esforço para abrir esses outros mercados continua, agora animado pela conquista do Japão.

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